GMJ capacita agentes para escuta qualificada e valorização da vida

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Por uma sociedade mais solidária e feliz: esta proposta traz um alerta à população e reforça a discussão sobre um problema que preocupa bastante a todos. Neste sentido são realizadas permanentemente campanhas e trabalhos de conscientização sobre a prevenção ao suicídio, inclusive por iniciativa da Guarda Municipal de Jundiaí (GMJ). Para isso os agentes de segurança pública municipal atualizam permanentemente os conhecimentos para a utilização de mecanismos necessários ao atendimento, estar cada vez mais próxima da comunidade com uma escuta compreensiva, acima de tudo a valorização da vida principalmente numa situação mais drástica.

O trabalho foi desenvolvido na instituição por meio do Centro de Valorização da Vida (CVV) Comunidade, para um grupo específico de agentes de segurança pública; prossegue no segundo semestre deste ano. Com a participação da coach e coordenadora do (CVV) Comunidade SP, Mônica Quirino: a facilitadora Maria Bernadete Carneiro, coordenadora do CVV Jundiaí; a médica e voluntária técnica Maria Cristina D’Stéfano; e a voluntária Tania Baldin, os alunos puderam conhecer as propostas do programa de apoio emocional para pessoas de qualquer sexo, idade, religião ou profissão, acolhendo as pessoas com necessidade de ajuda emocional e de locais em situações de risco, ajudando-as a lidar com suas realidades cotidianas e inesperadas em qualquer lugar da comunidade.

“É fundamental ter com quem conversar, principalmente num momento mais difícil, que pode parecer sem solução para a pessoa que está aflita. A Guarda Municipal capacita os agentes para que possam estar preparados para este tipo de situação, minimizar aquele momento. Ao ofertar o ombro amigo, a tendência é que a pessoa vá se acalmando, até a situação ser totalmente controlada”, considerou o inspetor Benedito Marcos Moreno, comandante da instituição.

Seminário
“Saber Escutar é uma Arte” é tema de um seminário que também foi definido para os encontros promovidos na instituição. Mônica Quirino cita o advogado e político brasileiro Arthur da Távola que declara: “Ouvir é um grande desafio. Desafio de abertura interior; de impulso na direção do próximo, de comunhão com ele, de aceitação dele como é e como pensa. Ouvir é proeza. Ouvir é raridade. Ouvir é ato de sabedoria. Depois que a pessoa aprende a ouvir, ela passa a fazer descobertas incríveis escondidas ou patentes em tudo aquilo que os outros estão dizendo a propósito de falar.”