Encontro sobre estilo e imagem abre ações da semana do empreendedorismo feminino

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Mais que colocar uma roupa bonita, a verdadeira “boa imagem” está na atitude positiva. Esse foi o principal ensinamento no encontro sobre “Imagem e Estilo” promovido na quarta-feira (dia 17) na Secretaria da Mulher, conduzido pela consultora Franceli Rocha. Esse evento abriu as ações da Semana do Empreendedorismo, que vai até o dia 19 de novembro.

A especialista em Imagem e Estilo pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, destacou que o cuidado com a imagem vai além da estética de se vestir bem.

“Quando se fala do autocuidado, a gente trabalha a questão de você se olhar e gostar do que está vendo. Eu posso trazer para você milhões de combinações de roupas e você não estar bem com você mesmo. É importante trabalhar o interno para o externo”, afirma.

Para Franceli, o cuidado com a imagem é trabalhar o autoconhecimento e assumir a autorresponsabilidade, e olhar para o cotidiano de uma forma mais positiva.

“Falar de imagem é falar de autoestima e isso tem a ver com ação! Fazer uma autocrítica e se perguntar: ‘o que eu farei por mim hoje?’. A autoestima não tem nada a ver com roupa, e sim com doses diárias de autocuidado”, afirma.

Bons hábitos, boa imagem
Uma boa imagem está associada a um estilo de vida mais saudável. E isso não está ligado apenas à alimentação ou a praticar exercícios físicos, mas também ao hábito de fazer o que gosta, conta a especialista.

“Uma boa alimentação, cuidar do corpo e se empoderar fazem parte desse processo. Mas, principalmente, se empoderar e se permitir o tempo para descansar e se agradar. Quando estou bem comigo mesma eu consigo externar isso de forma mais potente e isso vai se refletir, inclusive, para novas oportunidades de emprego”, ensina.

Negócios e imagem
Para quem for participar de uma entrevista de emprego, Franceli também deu dicas sobre a importância de entender o Dress code da empresa, ou seja, o código de vestimenta empresarial. Ela explica que é fundamental analisar o que a empresa representa, se exige uma vestimenta mais formal ou “descolada”.

“Se você estiver desconectado com a empresa, não consegue ingressar”, alerta a especialista.  Essa ideia também é aplicada para quem quer empreender. “Não dá para falar de empreendedorismo feminino sem falar de imagem. Qual mensagem você quer passar para o seu público? Se a mulher que trabalha com doces, usar uma roupa executiva, não vai se conectar com esse público. Quanto mais você se conectar, mais você vai vender”, finaliza.

Fonte: Secom – Prefeitura de Barueri