Apadrinhamento afetivo: que tal doar afeto a um jovem em acolhimento?

0
55

Acompanhar uma criança ou um adolescente que, por alguma razão, teve seus laços familiares abalados. Essa é a proposta do “Apadrinhamento Afetivo”, da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (SADs) da Prefeitura de Barueri, que no próximo dia 22 deste mês vai fazer uma apresentação on-line aos interessados em participar da iniciativa. Será a terceira edição do programa, iniciado em 2019, e que atualmente atende 17 adolescentes com 21 madrinhas ou padrinhos.

A reunião da terça-feira (22 de março) será virtual e os interessados podem se inscrever AQUI para participar. No encontro, que será das 19h30 às 21h, os coordenadores do programa vão explicar como funciona o processo de apadrinhamento e esclarecer as dúvidas daqueles que pretendem tornar melhor a vida de crianças e adolescentes e, em consequência disso, serem pessoas mais plenas e felizes.

Serviço de acolhimento

O Apadrinhamento Afetivo consta do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no Plano de Direito a Convivência Familiar e Comunitária e nas orientações técnicas dos serviços de acolhimento para crianças e adolescentes. Apoiado pelo Tribunal de Justiça e pelo Ministério Público, a iniciativa da Sads tem a assessoria do Instituto Fazendo História, responsável pela seleção e qualificação dos padrinhos e das equipes técnicas envolvidas no projeto.

Antes de mais nada, para se tornar um padrinho ou madrinha afetivo, é preciso ter o desejo em tornar-se uma referência na vida do seu afilhado; tempo disponível, participar da seleção e formação; ter 25 anos, no mínimo; não estar no cadastro de adoção; não ter antecedentes criminais; morar em Barueri ou na zona Oeste de São Paulo ou nas cidades de Jandira, Itapevi, Santana do Parnaíba e Carapicuíba.

Mais informações sobre o programa de Apadrinhamento Afetivo podem ser obtidas no site do Instituto Fazendo História.

Fonte: Secom – Prefeitura de Barueri